DILATADORES - INDICAÇÕES DE USO

OS DILATADORES VAGINAIS TÉRMICOS SÃO RECOMENDADOS PARA DIVERSOS USOS:

  1. PRIMEIRO GRUPO: DISFUNÇÕES SEXUAIS FEMININAS - DISPAREUNIA E VAGINISMO, VULVODÍNIA

(também chamada pela nova classificação DSM-V  de  desordem da dor gênito-pélvica/penetração (DGPP))

História de trauma sexual: problemas psicológicos e problemas de saúde sexual associados à penetração vaginal podem causar disfunções sexuais, assim como educação reprimida.

Outras causas, como ressecamento vaginal na menopausa, pos tratamento oncologico com supressão de estrogênio, endometriose e outras causas, também podem causar disfunções sexuais femininas. Caso você se sinta assim, procure ajuda com um médico ginecologista, uma fisioterapeuta pélvica ou uma fisoterapeuta da saúde da mulher. 

Para o tratamento das questões psicológicas, procure tratamento com um ótimo  psicológo, psiquiatra ou terapeuta sexual, quando necessário. 

As vezes parte do tratamento é psicológico, mas existem sim questões fisiológicas que devem ser tratadas com fisioterapia pélvica/da saúde da mulher ou com o médico ou profissional que te acompanha.

  • DISPAREUNIA:

 (A dispareunia é a dor durante ou depois do ato sexual com penetração).

 

  •  VAGINISMO:

o vaginismo é a impossibilidade de penetração de quaisquer objetos, dedos, ou durante o ato sexual.

Dificuldade em fazer exames de rotina ginecológicos;

Dificuldade ou impossibilidade de penetração durante o ato sexual;

Com o uso dos dilatadores vaginais térmicos é possivel:

  • Melhorar o conforto físico na relação sexual.
  • Auxiliar no relaxamento dos músculos do assoalho pélvico reduzindo a tensão muscular.
  • Promover a dessensibilização do canal vaginal.
  • Superar o medo da penetração vaginal.
  • Facilitar a realização de exames ginecológicos como o Papanicolau e ultrassom transvaginal.
  • Permitir o uso de absorventes internos e aplicação de medicação vaginal.

VULVODÍNIA:

Vulvodínia é ardência na região da vulva e próximo ao intróito vaginal (entrada da vagina).

Com os dilatadores, dentre outras ferramentas de trabalho, é possivel tratar a vulvodínia - fale com o profissional de saúde que te acompanha e te entenda.

2. SEGUNDO GRUPO: INTENSIFICAÇÃO DO PRAZER SEXUAL:

  • Alternando calor e frio, é possivel estimular a percepção pélvica (melhora da conscientização e sensibilidade da musculatura para intensificar o prazer durante as relações sexuais).
  • Melhorar o conforto físico na relação sexual;

3. TERCEIRO GRUPO:  CIRÚRGICO (INCLUSO PARTO)

Os dialatadores podem ser utiliados em:

  • Pós operatório ginecológico.
  • Canal vaginal encurtado ou estreito resultante de cirurgia ginecológica.
  • Tratamentos de Pré e Pós parto junto a fisioterapia pélvica gestacional.
  • Agenesia e Neovagina, (construção e reconstrução do canal vaginal).
  • Pós cirúrgico de redesignação sexual: mudança de sexo
  • Síndrome de Rockitansky

    OBS: A síndrome de Rokitansky, também chamada de Síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (MRKH), é uma condição congênita rara que afeta o sistema reprodutor feminino. Caracteriza-se pela ausência ou subdesenvolvimento do útero e da parte superior da vagina. Sintomas e manifestações: Amenorreia primária (não ter menstruação até os 15–16 anos)., Canal vaginal curto ou ausente. Dificuldades na relação sexual. Em alguns casos, podem existir malformações associadas nos rins ou no esqueleto.

  • 4. QUARTO GRUPO: CASOS ONCOLÓGICOS GINECOLÓGICOS, (INCLUSIVE CÂNCER DE MAMAS), PROCTOLÓGICOS ( INCLUSIVE EM HOMENS), UROGINECOLÓGICOS:

INDICADO NA GINECOLOGIA PARA CASOS DE:

  • Estenose vaginal: redução da elasticidade vaginal, estreitamento e aderências resultantes da radioterapia pélvica ou braquiterapia. pois o uso dos dilartadores vaginais:
  • Prevenção  de aderências e fibroses.

OBS: fibrose: formação excessiva de tecido conjuntivo ( cicatricial) em resposta a lesaõ ou inflamação crônica.:

             estenose: estreitamento anormal de um canal.

            A estenose pode ser consequência da fibrose.

  • flexibilidade ao tecido vaginal, melhora a flexibilidade.
  • Recupera a elasticidade e acelera o processo de cicatrização pós cirurgia do assoalho pélvico, de estreitamento e/ou encurtamento da vagina.
  • Prevenir aderências e fibroses.
  • Dar flexibilidade ao tecido vaginal, melhorar a flexibilidade.
  • Recuperação da continência fecal pós câncer cólo -retal ( em mulheres e em homens).

5. QUINTO GRUPO: PÓS MENOPAUSA:

  • Melhora na formação de colágeno (usar em temperatura segura de 41 a 45 °C), acima de 50 ° C liquefaz o colágeno, mas nunca usar em temperatura não confortável.
  • Prevenção  de dor na relação sexual;
  • melhora do ressecamento vaginal; ( em estudo dentro da medicina ginecologica, em trabalho de mestrado). Indicado também para melhoras da atrofica vulvar e vaginal na menopausa.

.6. SEXTO GRUPO - OUTRAS INDICAÇÕES:

  • Dificuldade no rompimento do hímen quando o mesmo é do tipo complacente ou fibroso pelas vias naturais;
  • Dores pélvicas (endometriose, tratamento oncológico, outros).
  • Cólica Menstrual.
  • Tratamentos diversos de fisioterapia pélvica.
  • Anismo.OBS: 

    O anismo é uma disfunção do assoalho pélvico que afeta o processo de evacuação. Ele ocorre quando há uma contração paradoxal do músculo puborretal — ou seja, em vez de relaxar para permitir a saída das fezes, esse músculo permanece contraído, dificultando ou até impedindo a evacuação.

  • Outras condições que necessitam da dilatação muscular local.
  • Outras indicações de uso.

 

 

 

 

 

 

 

 

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